Ator teve de explicar suposto preconceito, e ex-jogador já mandou mulher ‘lavar roupa’; relembre declarações controversas de dupla do grupo Camarote
SÃO PAULO, SP ( JT) – Camarotes no BBB 26, o ator Henri Castelli e o ex-jogador Edilson Capetinha acumulam momentos polêmicos em suas trajetórias.
Em 2017, um fã de nome Sérgio Luiz Felix escreveu um texto nas redes sociais. Segundo ele, ao pedir uma foto com Castelli, o ator teria pedido que ele tentasse “fazer pose de homem”. A postagem repercutiu nas redes sociais na época.
Em resposta, Castelli disse que se considerava um defensor do amor livre e lamentou o que o fã escreveu. “Sempre fui a favor da comunidade gay, sempre apoiei as causas e tenho maior amor e orgulho dos meus amigos gays”, disse ele.
Em 2024, o ator usou um termo considerado racista. Em foto posada ao lado de um amigo branco em um cassino, escreveu a frase: “Me and my nigga”, que em tradução para o português significa “Eu e meu negro”. A palavra é extremamente ofensiva.
O ano era 2018, e Edilson Capetinha, então comentarista de futebol da Fox Sports, falou no meio de um programa que o goleiro Jailson sempre levava gols devido à sua cor de pele. Ao contar no ar uma história que teria acontecido com o ex-jogador Zinho, disse que negros seriam mais propensos a cometer falhas.
“A gente tava jogando, Guarani e Palmeiras, e o goleiro fazendo milagre, pegando cada bola. Aí eu passo por ele (Zinho) dentro do jogo: ‘Zinho, tu não vai fazer gol hoje?’ Aí ele falou: ‘Esse goleiro é negão, daqui a pouco ele erra’. Aí 43 [minutos], chutaram uma bola de longe, a bola entrou. ‘Tá vendo o que eu falei? É goleiro negão. Goleiro negão sempre toma um gol'”.
Dias depois da repercussão negativa, Edilson disse que era uma “brincadeira comum no meio do futebol”. “Minha família é negra. Meus melhores amigos são negros. Como vou ser racista? É coisa de resenha”, disse ao GE.
No ano seguinte, em 2019, Edilson deu mais uma declaração controversa. Ele fez comentários machistas sobre a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, no programa Os Donos da Bola (Band).
Ao comentar um vídeo dela batendo um pênalti, disse: “Isso é ridículo! Será que não tem ninguém aí no Palmeiras para chegar e falar para essa mulher não fazer isso? Ela quer ser famosa de qualquer jeito. Vai lavar um prato, vai lavar roupa.” Neto, o apresentador, tentou amenizar a situação e explicar o que Edilson teria tentado dizer.
Em 2020, Edilson foi transfóbico ao se referir a uma trans por um nome pejorativo durante uma live. “Quando eu olhei, eu sabia quem era, né? Não era a Carla, mas o Carlão. Fiquei vendo ele mexendo com a mulher. E era um traveco.” Ele não chegou a pedir desculpas nesse caso.






