Mãe de Luísa, de 26 anos, e Antônia, de 19, ela afirma que a maternidade foi uma escolha consciente, embora não fosse um sonho inicial. Criou as filhas para o mundo e encara com tranquilidade o “ninho vazio”, valorizando a autonomia delas.
Apesar de o significado de seu nome remeter a uma “guerreira famosa”, Heloisa Périssé não se identifica com essa imagem. A atriz, aos 59 anos, diz preferir a harmonia ao embate direto. Atualmente no ar como Zulma, a vilã dona de um orfanato em “Êta mundo melhor!”, ela vive um momento que define como uma “segunda adolescência”. Autora, atriz e agora diretora artística de um programa do Gloob, Heloisa atravessa uma fase marcada por liberdade, recomeços afetivos após o fim de um casamento de mais de 20 anos e um acerto de contas com o passado, inclusive financeiro.
Conhecida pelos amigos como Lolô, ela fala com leveza e profundidade sobre temas como fé, maternidade e o impacto do diagnóstico de câncer em 2019, que transformou sua relação com o tempo e com o próprio corpo. Para ela, “A vida é uma festa eterna”, e o presente é sempre o melhor lugar para se estar.
Interpretar sua primeira vilã em novela foi um desafio que despertou curiosidade. A relação de Zulma com crianças trouxe nuances à personagem, que, segundo Heloisa, não é apenas má, mas também alguém marcada por dores e contradições. A convivência nos bastidores com o elenco infantil tem sido intensa e afetuosa, com direito a encontros festivos fora das gravações.
Mãe de Luísa, de 26 anos, e Antônia, de 19, ela afirma que a maternidade foi uma escolha consciente, embora não fosse um sonho inicial. Criou as filhas para o mundo e encara com tranquilidade o “ninho vazio”, valorizando a autonomia delas.
Após a separação de Mauro Farias, iniciou um relacionamento com Leticia Prisco e vive esse novo amor sem pressa, defendendo construções afetivas mais sólidas. Heloisa diz aproveitar a liberdade dessa fase: sai com amigas, vai a festas e cuida de si mesma. Enfrenta a menopausa com naturalidade e acredita que as mulheres estão cada vez mais conscientes e menos dispostas a silenciar suas experiências. Para ela, viver fiel à própria verdade é essencial.






