Novos documentos divulgados pelo Daily Mail trouxeram detalhes das últimas horas de vida de Liam Payne no hotel CasaSur Palermo, em Buenos Aires. Os relatos são de Aldana Serrano e Lucila Goitea, duas mulheres que estiveram com o cantor no dia de sua morte e prestaram depoimento sob juramento à polícia argentina poucas horas após a queda fatal.
Segundo os depoimentos, Payne as convidou para seu quarto após entrar em contato por meio de um site de acompanhantes. As duas afirmaram que permaneceram cerca de duas horas com o ex-integrante do One Direction e que o clima mudou quando cobraram os US$ 5 mil acertados pelo encontro. Como não tinha dinheiro em espécie e a transferência bancária não deu certo, o cantor teria perdido o controle.
As testemunhas relataram que Liam ofereceu um relógio Rolex de ouro como pagamento, mas, diante da recusa, arremessou o acessório contra a parede e o destruiu.
“Nós dissemos que só queríamos dinheiro. Então ele pegou o relógio e o quebrou. Disse que não se importava com dinheiro”, afirmou uma das mulheres no depoimento. Ela contou ainda que o cantor bateu repetidas vezes na televisão do quarto e deixou claro que poderia destruir tudo porque tinha condições de pagar pelos prejuízos.
Depois da explosão de raiva, Payne teria mudado completamente de comportamento. As mulheres disseram que ele caiu de joelhos, chorou e implorou para que elas permanecessem no quarto.
“Ele dizia que o dinheiro não o fazia feliz”, relataram. Segundo elas, o cantor também cantou músicas do próprio repertório, falou sobre o filho Bear e pediu cocaína, mas foi informado de que elas não tinham acesso à droga.
As duas decidiram deixar o hotel após a discussão. Pouco depois, voltaram ao quarto apenas para buscar uma bolsa esquecida. Nesse momento, afirmam que Liam pediu desculpas pelo comportamento.
“Ele se desculpou por nos fazer passar por aquilo”, recordou uma das testemunhas. Elas deixaram o hotel pouco antes das 16h.
Cerca de uma hora depois, às 17h07 do dia 16 de outubro de 2024, Liam Payne caiu da varanda do quarto localizado no terceiro andar do CasaSur Palermo e morreu aos 31 anos. Exames toxicológicos apontaram a presença de cocaína, álcool e do sedativo Klonopin em seu organismo.
A investigação sobre a morte continua em andamento na Argentina. Roger Nores, amigo do cantor e contato de emergência indicado por ele durante a hospedagem, foi absolvido das acusações relacionadas ao caso pela Justiça argentina.











