(UOL/JORNAL DA TARDE) – A 23ª rodada do Campeonato Brasileiro, que teve nove de seus dez jogos neste fim de semana, foi a primeira com o novo pacote de regras aplicadas pela CBF no torneio. O principal objetivo das novas medidas é combater a cera nas partidas. O UOL separou quais partidas contaram com as novas regras sendo utilizadas.
NOVIDADES EM CAMPO
Regra ‘anti-bolinho’ em Fluminense x Palmeiras. Aos 12 minutos do segundo tempo, o árbitro Anderson Daronco não assinalou um suposto pênalti de Giay. Em seguida, jogadores de ambos os times se aproximaram do juiz, que fez um sinal de X com os braços acima da cabeça. A partir daí, apenas os capitães podem se aproximar. Os demais precisam ficar a cerca de quatro metros de distância, podendo ser advertidos se desrespeitarem o limite.
Punição por atendimento ao goleiro em Vasco x Santos. Durante a vitória santista, o goleiro Gabriel Brazão pediu atendimento médico em campo, e o árbitro Lucas Casagrande aplicou a regra que tira um jogador de linha por um minuto da partida. Cuca, responsável pela escolha, optou por tirar Neymar, capitão do time.
Atendimento em campo para jogador de linha. Na segunda etapa do jogo do Santos, Neymar também solicitou atendimento médico após dividida em campo e, por causa disso, teve de esperar um minuto fora do gramado.
‘Lei Vini Jr.’ no Barradão. Após o Vitória bater o Botafogo por 1 a 0, o atacante Arthur Cabral entrou em discussão com o técnico Jair Ventura e foi expulso por cobrir a boca enquanto debatia com o treinador rival. A punição independe do que o árbitro ouvir. O gesto de tapar a boca, com a mão ou camisa, durante um debate ou confronto, já basta para a punição.
Substituições mais rápidas. Na vitória do Atlético-MG contra o Grêmio, aos 35 minutos do segundo tempo, já com o 3 a 0 para o Galo no placar, Cuello cruzou o campo correndo para ser substituído. A nova regra estabelece 10 segundos para o jogador substituído deixar o gramado. Se passar, o substituto só entra em campo após um minuto, mediante autorização do árbitro.
Dúvida de Rafael, do São Paulo, sobre contagem no tiro de meta. Antes da partida contra o Coritiba, no Morumbis, o goleiro são-paulino abordou a árbitra Charly Wendy Straub Deretti para tirar uma dúvida sobre a regra que busca coibir cera no tiro de meta. “Quando começa a contagem?”, questionou. “O momento que vai abrir a contagem é se a gente sentir que vocês estão retardando. Aí tem cinco segundos”, explicou a árbitra. Se ultrapassar o limite, é concedido escanteio ao rival.










