No boletim da guerra, divulgado no segundo dia das eleições legislativas russas, aquele departamento do governo russo informou que isso se traduz em mais de 220 localidades.
Em concreto, as tropas russas teriam conquistado, em setembro, mais de 670 quilômetros quadrados e 27 localidades das quatro regiões ucranianas anexadas por Moscou em 2022.
Nas últimas semanas, tanto Kiev quanto especialistas independentes têm colocado em dúvida os boletins russos, alegando que a ofensiva russa ficou estagnada de dezembro de 2025 a junho deste ano.
As unidades russas teriam conseguido alguns avanços territoriais marginais em julho e agosto, mas os ucranianos teriam alcançado seu maior sucesso ao tomar, em setembro, o chamado Saliente de Lyman, uma localidade estratégica de Donetsk e próxima à fronteira com Luhansk.
Ainda assim, o Ministério da Defesa russo insistiu hoje que suas forças estão “limpando” as cidades de Lyman e Sviatohirsk, situadas ao norte do bastião de Sloviansk, a principal fortaleza do Exército ucraniano juntamente com Kramatorsk.
O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou há duas semanas a tomada de Sviatohirsk, o que foi desmentido por um general ucraniano em um vídeo gravado a partir da cidade e confirmado por blogueiros militares russos.











