AMANDA MOTA
SÃO PAULO, SP
(JORNAL DA TARDE) – A médica e apresentadora Thelma Assis, conhecida como Thelminha, é madrinha da NoHarm, ONG de Porto Alegre que usa inteligência artificial para analisar prontuários e prescrições médicas.
A organização está entre as finalistas da 22ª edição do Prêmio Empreendedor Social, realizado pela Folha em parceria com a Fundação Schwab. A premiação reconhece lideranças de impacto socioambiental no país.
“Um levantamento feito por duas Santas Casas mostrou uma economia de R$ 3 milhões. Dinheiro que pode virar mais cuidado para quem mais precisa. É tecnologia salvando vidas”, afirma Thelminha.
Em 2025, a ferramenta NoHarm.ai analisou 159 milhões de prescrições médicas em 182 unidades de saúde do país.
“Ela analisa cada prescrição médica em tempo real e identifica riscos antes do remédio chegar ao paciente. Então consegue identificar um erro de dosagem, uma interação perigosa entre os medicamentos, alergia, tudo isso em segundos”, explica a ex-BBB em vídeo de apadrinhamento da iniciativa.
Conheça as iniciativas e participe da MobilizAção
Nesta semana, Thelminha publicou um vídeo nas redes sociais da Folha, incentivando doações à organização por meio da plataforma MobilizAção, disponível em folha.com/mobilizacao2026. A iniciativa apresenta ao público e apoia o trabalho dos finalistas.
A organização que arrecadar o maior volume de recursos até 11 de novembro será premiada durante a cerimônia do Empreendedor Social, na Sala São Paulo, no dia 16 de novembro.
Para cada R$ 1 doado, a Ambev fará uma doação adicional de R$ 1, até o limite de R$ 30 mil. A empresa também distribuirá outros R$ 30 mil entre as finalistas que mobilizarem o maior número de doadores.
Além da NoHarm, são finalistas na categoria Inovadores Sociais do Ano a Rede Conexão Povos da Floresta, que leva internet a mais de 2.300 comunidades da Amazônia Legal, e a NaPorta, logtech que realiza entregas em favelas, periferias e áreas rurais e criou o CEP Digital.
Já na categoria Soluções que Inspiram, concorrem o Fogo Cruzado, que mapeia e divulga dados sobre violência armada no país; a Social Brasilis, negócio de impacto que oferece letramento digital a populações vulneráveis; e a Casa Hunter, que reduz a jornada do diagnóstico para pessoas com doenças raras.











