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Ataque é a maior ação militar no Oriente Médio desde 2003; veja mapas e gráficos

Redação by Redação
fevereiro 28, 2026
in MUNDO
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Aquela guerra, contudo, foi bem maior em escopo, envolvendo uma invasão terrestre que não está nos planos agora, até porque não há concentração de tropas. Há 23 anos, havia ao menos 130 mil soldados americanos empegados na ação inicial, número que chegou a mais de 250 mil.

IGOR GIELOW
SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ataque dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciado na manhã deste sábado (28), é a maior operação militar no Oriente Médio desde que Washington derrubou o regime de Saddam Hussein no Iraque em 2003.

Aquela guerra, contudo, foi bem maior em escopo, envolvendo uma invasão terrestre que não está nos planos agora, até porque não há concentração de tropas. Há 23 anos, havia ao menos 130 mil soldados americanos empegados na ação inicial, número que chegou a mais de 250 mil.

O poderio agora é basicamente aeronaval, com um importantíssimo reforço de Israel. Os EUA mobilizaram ao menos 18 embarcações para a guerra, incluindo dois grupos de porta-aviões: o USS Abraham Lincoln no mar da Arábia, ao sul do Irã, e o USS Gerald Ford no Mediterrâneo, cobrindo o flanco oeste da ação.

Em 2003, eram cinco grupos de porta-aviões e 55 navios ao todo, segundo um levantamento do Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos (EUA), incluindo embarcações coalhadas de fuzileiros navais, algo inexistente agora.

Com os reforços enviados desde janeiro para a região, há entre 300 e 500 aviões americanos, talvez metade deles para combate. Não se sabe ainda se houve ataques com bombardeiros furtivos B-2, que neste como na ação de junho de 2025 teriam de ter voado dos EUA para atingir o Irã.

Israel tem cerca de 300 aviões de ataque e uma Aeronáutica com enorme experiência operacional. Segundo as forças do país, um grande contingente penetrou o espaço aéreo iraniano, atingindo alvos militares em diversas cidades.

Não há detalhes das forças que foram usadas nesta amanhã, que presumivelmente incluíam ataques com mísseis de cruzeiro Tomahawk numa primeira leva. Os EUA tinham cerca de 600 deles nos navios mobilizados na região.

Do lado do Irã, a rápida retaliação contra ao menos quatro bases americanas na região e Israel seguiu o manual previsto: ondas sucessivas de drones e mísseis balísticos, restando saber sua eficácia.

Na guerra de 12 dias travada com o Estado judeu em junho passado, a teocracia viu 86% dos 600 mísseis que lançou derrubados, mas os que passaram fizeram bastante estrago. Há dúvidas acerca da capacidade de manutenção da poderosa defesa aérea israelense, a melhor do mundo com três camadas distintas, no caso de um conflito prolongado.

A estimativa das Forças de Defesa de Israel era de que os iranianos saíram daquele conflito com ao menos 1.500 mísseis, e podem ter construído ao menos 50 por mês desde então, dependendo do modelo.

Aquele conflito mirou a destruição de lançadores de armas de longa distância, mas deixou intacto o arsenal de curta distância, que cobre facilmente os aliados de Trump e suas forças no golfo Pérsico.

Em caso de risco existencial para o regime, Teerã também pode apelar para o caos no estreito de Hormuz, por onde passam 20% do petróleo e do gás liquefeito do mundo.

Os iranianos militarizaram metade do local com minas e bases de mísseis, mas interditar a via significa matar sua saída de óleo para a aliada China, base de sua renda externa.

Entre analistas, no caso extremo, há a especulação acerca do risco de os iranianos empregarem uma chamada bomba suja, ou seja, um artefato nuclear de baixa potência e rendimento. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica, o país tem ao menos 440,9 kg de urânio enriquecido a 60%, suficiente para de 10 a 15 dessas armas.

Só que usar algo assim abriria a porta para uma escalada nuclear, e aqui nem se fala dos EUA e seu arsenal gigante: Israel não declara, mas tem estimadas 90 ogivas atômicas. Mas é um cenário improvável, ainda que impensável não seja a melhor palavra para usar neste momento.

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