SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – As reuniões entre Cruzeiro e estafe de Gerson foram consideradas extremamente positivas, de modo que as partes já celebram um acordo verbal nos bastidores. O problema segue sendo o Zenit, mas o cenário é de otimismo.
Antes irredutível e pedindo R$ 250 milhões, o Zenit está mais flexível nas negociações. O UOL confirmou que, agora, a pedida é um pouco mais baixa. O Cruzeiro está disposto a pagar os valores.
No momento, o clube russo é o único empecilho na negociação. O estafe de Gerson se acertou com o Cruzeiro em Belo Horizonte: bases salariais -inferiores as do Zenit, por sinal- e bonificações por metas. O contrato será de pelo menos dois anos.
A Raposa já apresentou duas propostas por Gerson. Foram 12 milhões de euros (R$ 76 milhões) fixos e os direitos econômicos do zagueiro Jonathan Jesus, avaliado pelo mesmo valor, além de outra sem o defensor, de quase R$ 170 milhões.
No momento, o Cruzeiro descarta o negócio envolvendo Jonathan Jesus. Tite, técnico da equipe mineira, pediu a permanência do zagueiro.
“Jonathan Jesus, que antes a gente pensava isso aí (saída), e eu digo: vai ficar, porque tem um potencial enorme para crescer”, disse o comandante.
Além de Marcão, pai e empresário de Gerson, André Cury também participou das intermediações. O empresário foi importante para alinhar detalhes entre atleta e clube mineiro.
Gerson se animou com o projeto do Cruzeiro. O jogador vê Tite como alicerce para dar a volta por cima, após adaptação ruim na Rússia. Foi com o treinador que o meia viveu suas melhores fases no Flamengo, entre 2023 e 2024.
O objetivo central é o retorno à seleção brasileira. Gerson quer disputar a Copa do Mundo, vinha sendo convocado, mas perdeu espaço desde que fechou com os russos.
O Cruzeiro tenta fechar a contratação até a próxima segunda-feira, data da reapresentação do Zenit. O clube ainda precisa percorrer um caminho burocrático, mas há otimismo pelo acerto.






