Pelé e família
Os dez herdeiros de Pelé ainda não receberam parte do patrimônio deixado pelo ídolo brasileiro do futebol. Vai fazer três anos que o astro dos campos faleceu, em dezembro.
Dentre esses imóveis estão casas, salas comerciais e flats, e tudo foi colocado à venda, de acordo com Jeff Benício, do Terra. A meta é utilizar esse dinheiro para quitar as dívidas com alguns credores e até com bancos.
Após resolver tudo o que ficou de pendência financeira, a sobra será repartida entre a viúva, Márcia Aoki, e os seis filhos biológicos do famoso: Edinho, Jennifer, Kelly, Flávia, Joshua e Celeste. Além da filha socioafetiva, Gemima, e dos netos Octativo e Gabriel.
Não existe prazo para a conclusão do processo. A fortuna de Pelé estaria entre R$ 50 milhões a R$ 80 milhões, um valor considerado simplório quando comparado ao que os atletas recebem hoje, em detrimento do maior jogador de futebol de todos os tempos.
Divisão dos bens
O ícone do futebol fez uma sucessão de forma bem trabalhada. Ele destinou 30% da totalidade de seus bens para a viúva Márcia Aoki. O que inclui de forma obrigatória a residência principal do casal no litoral paulista, como pede a legislação brasileira sobre partilha de bens.
Os 70% serão contemplativos para os filhos e netos. E essa divisão contam os filhos do primeiro casamento, as filhas reconhecidas logos depois e os representantes legais dos parentes já falecidos.
Quem é a responsável pelo inventário?
Após Márcia Aoki abrir mão de liderar todo esse processo de partilha, Edinho Nascimento (560) assumiu a condição de inventariante principal. Depois, ele renunciou ao posto e, logo em seguida, a filha Flávia Christina foi indicada para assumir o cargo.
Ao lado de Fontaine, Pelé é o único com 5 gols em semi e final da mesma Copa
Licenciamentos da marca Pelé
O trabalho dos sucessores do jogador ultrapassa a questão de escrituras ou divisão de contas. O nome do Rei Pelé segue gerando lucro por meio de contratos globais de videogames, renovações de parcerias com materiais esportivos e produções audiovisuais.
Os familiares contam com uma boa estrutura de negócios para fazer a gestão desses ganhos internacionais, segundo a Caras. Os administradores dão o veredito sobre as propostas de uso de imagem. Isso garante que o legado cultural do jogador siga adiante e impede qualquer abuso por associação inadequada.







