MasterChef Brasil marcou apenas 0,81 ponto em São Paulo
O chef Erick Jacquin criticou uma publicação do canal Public Sénat, veículo francês que fez uma análise sobre a disputa presidencial do Brasil. Em comentários nas redes, ele discordou da opinião do período e afirmou que a empresa não estaria “vendo”.
“Ele destruiu o Brasil, e os jornalistas franceses estão cegos”, disse Jacquin em referência ao governo Lula (PT). O post publicado em 5 de outubro dizia que a vitória de Flávio colocaria o Brasil “rumo a um regime autoritário e liberal”, disse.
Erick Jaccquin
A publicação francesa ainda apresentou Flávio como filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e descreveu o pai como um líder da “extrema direita”. O texto ainda fala sobre a polarização política brasileira, além das diferenças dos projetos defendidos pelos dois candidatos à Presidência.
Enders, professora da Universidade Paris VIII, fez uma avaliação de um possível avanço autoritário. A historiadora pontuou que uma vitória de Flávio poderia mudar o rumo das instituições e orientação política do Brasil.
Trajetória de Jacquin

Erick Jacquin
Natural da França, Erick Jacquin vive no Brasil desde 1995. Ele ganhou fama nacional como jurado do MasterChef Brasil, reality show culinário exibido pela Band. Também chegou a apresentar o Pesadelo na Cozinha, em que visita restaurantes e acompanha a operação dos estabelecimentos.
Além da carreira na TV, Jacquin trabalha no setor gastronômico e mantém projetos ligados à culinária brasileira. Atualmente, está no MasterChef Brasil e suas variações.
Procedimento

Chef francês naturalizado brasileiro
Recentemente, Erick Jacquin, de 61 anos, precisou passar por um procedimento no coração após dar entrada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O chef e jurado do “MasterChef Brasil”, da Band, apresentou uma indisposição e, durante a avaliação médica, foi identificada a necessidade de realizar uma angioplastia.
A angioplastia coronariana é um procedimento utilizado para tratar obstruções nas artérias que levam sangue ao coração. A intervenção é feita por meio de um cateter, que permite acessar o vaso sanguíneo e realizar a dilatação da região comprometida.
Durante o procedimento, também pode ser colocado um stent, pequena estrutura em formato de tubo que permanece dentro da artéria para ajudar a mantê-la aberta e favorecer a passagem do sangue. O Ministério da Saúde possui diretrizes específicas para o uso de stents em pacientes com doença coronariana.
No caso do chef, foram implantados três stents durante a angioplastia. A quantidade de dispositivos utilizada é definida pela equipe médica de acordo com as características das obstruções encontradas, portanto, o número de stents, isoladamente, não permite determinar a extensão ou a gravidade do quadro de Jacquin.






