SÃO PAULO, SP (JORNAL DA TARDE) – O rapper Lil Durk está sendo julgado em Los Angeles, nos Estados Unidos, sob a acusação de ser o mandante de um assassinato ocorrido em 2022. A defesa do cantor diz que as acusações são falsas.
Em 2024, ele ganhou um troféu no Grammy na categoria de melhor performance de rap melódico pela faixa “All My Life”.
Os promotores afirmam que Durk mandou matadores assassinarem Tyquian Terrel Bowman, um rapper com quem ele tinha desavenças. Os pistoleiros, no entanto, acabaram matando Saviay’a Robinson, primo de Bowman que estava perto de um posto de gasolina.
De acordo com os promotores, Durk teria encomendado o assassinato para se vingar pela morte de um amigo, morto em 2020 por um integrante do grupo de Bowman.
Preso desde 2024, Durk enfrenta cinco acusações, como conspiração, perseguição e assassinato. Marissa Goldberg, advogada do artista, diz que seu cliente é inocente. “Ele não estava lá. Ele não tinha nenhuma ligação com o caso.”
Ela atribui a responsabilidade pelo crime a Kavon Grant, um funcionário do rapper. O homem, porém, afirma que organizou o assassinato a mando do próprio artista.









