Sarah Ferguson, ex-mulher do ex-príncipe Andrew, perdeu uma homenagem que havia recebido há mais de 30 anos em Londres, na Inglaterra. Uma placa com seu nome, instalada nas proximidades de um hospital infantil, foi retirada em meio às repercussões de sua ligação com Jeffrey Epstein, criminoso sexual condenado que morreu em 2019.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, a placa ficava próxima ao Great Ormond Street Hospital, uma das principais instituições pediátricas do Reino Unido.
O objeto já não está no local, mas os buracos deixados na parede mostram onde a homenagem havia sido instalada.
A retirada ocorre após a divulgação de informações sobre a relação de amizade mantida por Sarah Ferguson com Epstein, que provocaram novas críticas à ex-duquesa de York.
Por que Sarah Ferguson recebeu homenagem em hospital?
A placa havia sido instalada em reconhecimento à participação de Sarah Ferguson na inauguração de uma unidade do programa “Homes from Home”, em 1990.
A iniciativa, administrada pela organização beneficente The Sick Children’s Trust, oferece hospedagem a familiares de crianças hospitalizadas, permitindo que pais e responsáveis permaneçam próximos dos filhos durante o tratamento.
Na ocasião, Sarah participou da inauguração de uma dessas instalações nas proximidades do Great Ormond Street Hospital.
Mais de três décadas depois, a homenagem foi retirada, segundo a imprensa britânica.
Relação com Jeffrey Epstein afastou Sarah Ferguson da vida pública
A ex-duquesa de York está afastada de compromissos públicos desde a divulgação de e-mails que revelaram detalhes de sua relação com Jeffrey Epstein.
As mensagens reacenderam a controvérsia em torno dos vínculos mantidos por integrantes e ex-integrantes da família real britânica com o financista americano.
Em abril, surgiram informações de que Sarah Ferguson estaria na Áustria, depois de passar vários meses sem ser vista publicamente.
O afastamento ocorreu em meio à repercussão das mensagens trocadas com Epstein, com quem ela manteve uma relação de amizade.
Jeffrey Epstein morreu em agosto de 2019, enquanto estava preso em Nova York e aguardava julgamento por acusações federais de tráfico sexual de menores.











