O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu, nesta terça-feira, a morte de Dolly Parton como “uma perda irreparável para milhões de pessoas”.
“É com muita tristeza que informo sobre a morte de Dolly Parton, uma das maiores cantoras country de todos os tempos. Esta é uma perda irreparável para milhões de pessoas”, começou por escrever na Truth Social.
Para Trump, “nunca houve ninguém como ela e nunca haverá”.
Em homenagem à artista do Tennessee, “a bandeira americana ficará a meio mastro nos Estados Unidos durante uma semana, a partir de hoje às 18h locais”.
“Descanse em paz, Dolly. O mundo ama você”, concluiu.
Dolly Parton, lendária cantora de música country, morreu nesta terça-feira, dia 25 de agosto. A notícia foi compartilhada pelo sobrinho por meio de um vídeo no Instagram.
“Meu nome é Brian Seaver, filho de Cassie Parton, e estou aqui hoje representando as famílias Parton e Owens para anunciar o falecimento da minha tia, Dolly Rebecca Parton Dean”, começou por dizer o familiar.
Vale lembrar que, há cerca de quatro dias, Dolly Parton havia compartilhado atualizações sobre seu estado de saúde e afirmou que sentia um declínio após a morte do marido, Carl Dean, em 2025.
Dolly Parton teve uma carreira de várias décadas repleta de sucessos. Parton é a artista feminina de música country que mais vendeu discos de todos os tempos, com mais de 160 milhões de álbuns comercializados mundialmente.
Seu álbum de estreia, “Hello, I’m Dolly”, foi lançado em 1967. Dolly lançou músicas de sucesso como “I Will Always Love You”, “9 to 5” e “Jolene”.
A artista nasceu em Pittman Center, no Tennessee, em 1946. Tinha 11 irmãos, e a família era de origem muito humilde. “Nunca passamos fome, mas às vezes não tínhamos comida suficiente”, confessou em uma entrevista à revista People em 1977.










