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Pentágono anuncia apoio "mais limitado" aos aliados dos EUA

Redação by Redação
janeiro 24, 2026
in MUNDO
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As forças armadas norte-americana pretendem dar um apoio “mais limitado” aos aliados europeus para dar prioridade à segurança interna e à dissuasão em relação à China, anuncia a nova estratégia de defesa do Pentágono, divulgada sexta-feira.

A “Estratégia de Defesa Nacional 2026”, documento não classificado divulgado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, marca uma ruptura com a política anterior do Pentágono, tanto pela ênfase na necessidade de que os aliados dos EUA assumam maior responsabilidade por sua própria defesa quanto por um tom mais moderado em relação aos inimigos tradicionais do país, especialmente China e Rússia.

“Enquanto as forças americanas se concentram na defesa do seu território e da região do Indo-Pacífico, nossos aliados e parceiros passarão a assumir a responsabilidade por sua própria defesa, com um apoio essencial, porém mais limitado, das forças americanas”, afirmam os assessores do secretário de Defesa, Pete Hegseth, em um documento publicado após uma semana de crise sem precedentes entre Washington e seus aliados da OTAN em relação à Groenlândia.

O texto começa com uma avaliação crítica da estratégia de defesa nacional da administração anterior, de Joe Biden, sustentando que “o presidente Donald Trump assumiu o cargo em janeiro de 2025 em um dos cenários de segurança mais perigosos da história do país. Internamente, as fronteiras dos Estados Unidos foram invadidas, narcoterroristas e outros inimigos se tornaram mais poderosos em todo o hemisfério ocidental, e o acesso dos EUA a territórios estratégicos, como o Canal do Panamá e a Groenlândia, estava cada vez mais comprometido”.

Por outro lado, enquanto a estratégia de defesa nacional anterior, publicada durante o governo Biden, descrevia a China como o maior desafio para Washington e classificava a Rússia como uma “ameaça grave”, o novo documento defende “relações respeitosas” com Pequim e não faz qualquer menção a Taiwan, aliado dos Estados Unidos que a China reivindica como seu território. Já a ameaça russa é descrita como “persistente, mas controlável”, afetando diversos membros da OTAN.

O documento de 2026 também afirma que o Pentágono “priorizará os esforços para fechar as fronteiras, repelir qualquer forma de invasão e expulsar estrangeiros em situação irregular”.

Assim como a Estratégia de Segurança Nacional divulgada pela Casa Branca no início de dezembro, o Pentágono coloca a América Latina no topo das prioridades americanas, afirmando que “restabelecerá o domínio militar dos Estados Unidos no continente americano”. “Utilizaremos esse domínio para proteger nossa pátria e garantir o acesso a áreas estratégicas da região”, destaca o texto.

“Vamos proteger as fronteiras e as aproximações marítimas dos Estados Unidos e defender os céus do país por meio do Golden Dome for America e de um foco renovado no combate a ameaças aéreas não tripuladas”, afirma o Pentágono, demonstrando determinação em assegurar “o acesso militar e comercial dos EUA a territórios estratégicos, especialmente o Canal do Panamá, o Golfo da América e a Groenlândia”, além de “oferecer ao presidente Trump opções militares críveis para serem usadas contra narcoterroristas, onde quer que estejam”.

“Este é o Corolário Trump à Doutrina Monroe, e as Forças Armadas dos Estados Unidos estão prontas para aplicá-lo com rapidez, poder e precisão, como o mundo viu na Operação ABSOLUTE RESOLVE”, escreve o Pentágono, em referência à operação que resultou na retirada do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em Caracas, no dia 3 de janeiro, para que fosse levado a julgamento em Nova York.

Em relação à China, o documento assegura que “Trump busca uma paz estável, comércio justo e relações respeitosas” com Pequim e que “demonstrou estar disposto a dialogar diretamente com o presidente Xi Jinping para alcançar esses objetivos”.

No entanto, acrescenta o texto, “o presidente Trump também demonstrou a importância de negociar a partir de uma posição de força”, destacando um “objetivo simples”: “impedir que qualquer país, inclusive a China, domine os Estados Unidos ou seus aliados — em essência, estabelecer as condições militares necessárias para alcançar o objetivo da Estratégia de Segurança Nacional de um equilíbrio de poder no Indo-Pacífico que permita a todos desfrutar de uma paz digna”.

“Para isso, conforme orienta a Estratégia de Segurança Nacional, ergueremos uma forte defesa de dissuasão ao longo da Primeira Cadeia de Ilhas” — linha estratégica de arquipélagos no Pacífico Ocidental que se estende do Japão, passando por Taiwan e Filipinas, até a Indonésia, ao longo da costa leste da China — e “incentivaremos e capacitaremos os principais aliados e parceiros regionais a fazerem mais pela defesa coletiva”, reforçando a dissuasão “para que todas as nações reconheçam que seus interesses são melhor atendidos por meio da paz e da contenção”, conclui o documento.

Pentágono anuncia apoio "mais limitado" aos aliados dos EUA

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