Veja cinco dicas sobre o preenchimento de glúteos
Faltando pouco para o Carnaval 2026, a preparação para a avenida começa bem antes dos ensaios e das fantasias.
Entre mulheres que vivem sob os holofotes, cresce a procura por procedimentos estéticos com resultados progressivos, voltados à qualidade da pele e pensados para acompanhar a rotina intensa que antecede a folia.
Um dos tratamentos que ganhou espaço nesse período são os bioestimuladores de colágeno, opção adotada por celebridades como Sabrina Sato, Gkay, Erika Schneider e Andréa de Andrade.
Diferente de técnicas associadas a mudanças imediatas, o procedimento é buscado justamente pelo efeito gradual, que se desenvolve ao longo das semanas.
Aplicado no subcutâneo, o tratamento estimula a produção natural de colágeno, contribuindo para firmeza, textura e sustentação da pele.
Tradicionalmente ligado ao bumbum, o uso tem se expandido para regiões que ficam mais expostas durante o Carnaval, como pescoço, colo e mãos, áreas valorizadas por fantasias, recortes e movimentos na avenida.
A rainha de bateria da Porto da Pedra, Andréa de Andrade, explicou o motivo que a levou a recorrer ao procedimento. “Emagreci bastante e senti que a pele ficou mais flácida. Fiz primeiro no culote e depois espalhei no bumbum para melhorar a firmeza”, contou.
Já Erika Schneider explicou que a decisão partiu de um incômodo antigo, intensificado pela proximidade da folia.
“Aquela ‘bananinha’ embaixo do bumbum sempre me incomodou quando uso short curto e biquíni. Resolvi tratar para me sentir melhor no Carnaval”, afirmou.
De acordo com o médico Roberto Chacur, o diferencial do procedimento está na forma como o corpo responde ao estímulo.
Erika Schneider posa de biquíni em Fernando de Noronha
“O bioestimulador funciona estimulando os fibroblastos a produzirem mais colágeno. O resultado aparece de forma gradual, com melhora real da qualidade da pele, algo especialmente buscado em épocas como a do Carnaval”, explica.
Segundo o especialista, a escolha das áreas tratadas depende das necessidades individuais e deve ser feita após avaliação médica. Para ele, o aumento da procura revela uma mudança no comportamento feminino.
“Hoje existe uma preocupação maior em cuidar da pele como um todo. O Carnaval funciona como um marco visual, porque o corpo fica mais exposto e qualquer detalhe ganha evidência”, afirma.







